Rapaz do Táxi

Zé Ramalho

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    O rapaz do táxi me falou
    Que brigou com o seu amor
    Tava muito chateado
    Que seu sangue era gasolina
    Sua mente, o motor
    Seus olhos, claros faróis

    A procurar aquela saída
    Perguntado, apontei o caminho
    Sem saber onde fica
    Ou o que tem lá
    Se vai dar nas inquietas meninas de Olinda
    Ou, então, no inquieto Tiago
    Trabalho de monge

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    De perto de vejo aqui quase longe
    Nesse táxi coberto de sal
    Nesse espaço cetim, cor de anil
    Lá vou eu, rolo o táxi na estrada
    Lá vou eu nas manhãs de Abril

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