Animália

Zoidz

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    Mais uma vez na estrada, a língua de um lado pro outro
    Atrás de um outro corpo, lobo vadio
    É a língua no templo dos nervos, a pele, o pelo, os ossos
    A contração da carne, o corte que não sangra

    O corte que não sangra

    No fundo do copo vazio, minha vontade quer entrar
    Por entre os becos, vadio, o lobo vagar
    É a perda dos sentidos, a expiação do mal
    A arte que dorme no leito, agonia um pouco mais

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    Vem, vem perto
    Mais, mais só um pouco mais
    Não fico sozinho, não fico só
    No fundo do copo, no beco vazio, no templo dos nervos, a arte no leito,
    Vem!

    O Corte que não sangra

    E quem precisa do que já não sei?
    Ninguém suspeita o que já não sei
    Ninguém suspira pro que já não sei
    Ninguém se importa pro que já não sei

    É a perda dos sentidos, a expiação do mal
    A arte que dorme no leito, o corte que não sangra

    O corte que não sangra

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