Da Cidade

Zumpiattes

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    Eu olho pra cidade e não consigo entender
    A lógica e o plano que todos querem saber

    A força que alimenta
    A alma é sedenta
    A voz que fala baixo ao coração

    Será que a vontade é a razão pra eu não lembrar?
    As ideias vem na noite e se perdem ao acordar

    A ideia é criada
    E a forma abstrata
    Que tangem abordar do meu saber

    Será que o instinto grita mais alto que a razão?
    E que quando a chuva cai ainda existe essa questão?

    De que somos todos aves
    Que ainda pairam pelo chão
    E que a nossa lucidez
    É motivada pela opressão

    E eu não sou ninguém de ir
    Atrás de vida e prosseguir
    Ir além de onde os outros sempre vão

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    E eu não sou ninguém de ter
    Medo do caminho perder
    Pois a estrada já começa em contramão

    Eu olho pra cidade e não consigo entender
    A lógica e o plano que todos querem saber

    A força que alimenta
    A alma é sedenta
    A voz que fala baixo ao coração

    Será que a vontade é a razão pra eu não lembrar?
    As ideias vem na noite e se perdem ao acordar

    A ideia é criada
    E a forma abstrata
    Que tangem abordar do meu saber

    Será que o instinto grita mais alto que a razão?
    E que quando a chuva cai ainda existe essa questão?

    De que somos todos aves
    Que ainda pairam pelo chão
    E que a nossa lucidez
    É motivada pela opressão

    E eu não sou ninguém de ir
    Atrás de vida e prosseguir
    Ir além de onde os outros sempre vão

    E eu não sou ninguém de ter
    Medo do caminho perder
    Pois a estrada já começa em contramão

    E eu não sou ninguém de ir
    Atrás de vida e prosseguir
    Ir além de onde os outros sempre vão

    E eu não sou ninguém de ter
    Medo do caminho perder
    Pois a estrada já começa em contramão

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