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Todo começo também é um fim
E todo fim é um recomeço
Todo começo também é um fim
E todo fim é um recomeço

Eu tenho medo do atirar da baladeira
Da corredeira, do passar, do tempo em mim
Do estopim, do findar da derradeira
Da quebradeira, do chegar do tempo ao fim

O tempo do pai pro filho
O mesmo desassossego
O tempo que volta e meia
É a prece primeira

O tempo de andar ligeiro
O mesmo tropeço
A pedra que rasga o vento
Na forquilha da baladeira

Todo começo também é um fim
E todo fim é um recomeço
Todo começo também é um fim
E todo fim é um recomeço

Todo começo também é um fim
E todo fim é um recomeço
Todo começo também é um fim
E todo fim é um recomeço

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Eu tenho medo do fechar do firmamento
Do movimento, do andar, do tempo assim
Do que em mim, do ficar, do desalento
Do sofrimento, do faltar do tempo enfim

O tempo do pai pro filho
O mesmo desassossego
O tempo que volta e meia
É a prece primeira

O tempo de andar ligeiro
O mesmo tropeço
A pedra que rasga o vento
Na forquilha da baladeira

Todo começo também é um fim
E todo fim é um recomeço
Todo começo também é um fim
E todo fim é um recomeço

Eu tenho medo do findar do movimento
Do desalento, do passar do tempo ao fim
Do estopim, do fechar da derradeira
Da baladeira, do faltar do tempo em mim

O tempo do pai pro filho
O mesmo desassossego
O tempo que volta e meia
É a prece primeira

O tempo de andar ligeiro
O mesmo tropeço
A pedra que rasga o vento
Na forquilha da baladeira

Onde é que teu medo dói?
Se engana quem pensa que a vida é lagoa
Onde é que teu medo dói?
Quem não sabe o tombo não anda na proa

Onde é que teu medo dói?
Se engana quem pensa que a vida é lagoa
Onde é que teu medo dói?
Quem não sabe o tombo não anda na proa

Onde é que teu medo dói?
Se engana quem pensa que a vida é lagoa
Onde é que teu medo dói?
Quem não sabe o tombo não anda na proa

Información de la canción

Composición: Alessandra Leao y Juliano Holanda

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