Am Apartou-se da tropilha um zaino, crina compridaG Num galope de alvoroço foi debochando da lidaF Esbarrou junto das tábuas na terra do mangueirãoE Am Deu cara-volta pro povo batendo um casco no chãoAm Armaram-se as rodilhas, argolas e seus mandadosG Couro de boi tento a tento nas mãos do negro trançadoF Um a um ganhou o ar zunindo sobre os chapéusE Am E um reboleio de laços pra terminar o tropelAm Am F E Alguém de longe gritou, fez farra com o tiradorE Am E o zaino escarceando crinas, largou do seu partidorG C G C Primeira armada no chão, a segunda quase pegaF E Terceira foi um buraco juntando potro e macegaDm C E7 Am Terceira foi um buraco juntando potro e macegaAm Foi como botar com a mão a armada do capatazG Cerrou na volta dos pulsos e é bem assim que se faz!F E o potro virou de volta trocando sua condiçãoE Am Quem derrubou tanta gente hoje conhece o chãoAm Depois ergueu-se uma poeira e terminou o tropelG E o capataz na outra ponta acomodou o chapéuF Quem não viu, ouviu de longe laço tinindo e um estouroE Am E o tombo foi o encontro da terra bruta com o couro
O Tombo
Pirisca Grecco
- Am
- C
- Dm
- E
- E7
- F
- G
Continúa después del anuncio
Tono: