Quando o vento uiva lá fora
E acasa inteira quer tremer
Minha carne falha, minha força some
Mas tudo mão me faz ficar de pé
Já vi dia virar em noite
Já senti o chão se abrir
Quando tudo ruge contra mim
Tua voz antiga manda aí
Rocha que não vacila
Nome que tempo não apaga
Fogo que o medo não domina
Sopro que a morte não cala
Eu me prostro, eu te invoco
De joelhos, ainda grito
Tu és Santo, tu és Forte
Meu Refúgio, Infinito
Minhas rugas contém histórias
De cair e ser levantado
Cada lágrima no meu rosto, tú colhestes
Tu tens Guardado
Rocha que não vacila
Nome que tempo não apaga
Fogo que o medo não domina
Sopro que a morte não cala
Eu me prostro, eu te invoco
De joelhos, ainda grito
Tu és Santo, tu és Forte
Meu Refúgio, Infinito
Mesmo se a voz falhar
Teu louvor explode em silêncio
Mesmo se o peito doer
Teu poder sustenta meu fôlego
Ôôôô Senhor, se mundo inteiro cair
Teu trono segue intacto
Se tudo em mim se calar
Minha alma ainda te chamar alto
Rocha que não vacila
Nome que tempo não apaga
Fogo que o medo não domina
Sopro que a morte não cala
Eu me prostro, eu te invoco
De joelhos, ainda grito
Tu és Santo, tu és Forte
Meu Refúgio, Infinito