[Intro] D D7
D A Em
Ele voltou pra sua terra onde tinha um ranchinho
G D
Tomava suas cachaças no seu canto bem quietinho
A Em
Não mexia com ninguém, nem arrumava confusão
G D
Mas mesmo assim a Dona Encrenca chegava metendo a mão
A Em
E pegava sus cachaças e as escondia no porão
G D
Mas ele paciente só olhava para o chão
A Em G
E logo já pensava: “Cachaça de mim, ninguém tira não!”
[Estribillo]
D A Em
E correu lá pra cidade, foi no bar das amizades
G D
Levou sua viola e tocou modas de saudade
A Em
Pediu uma gelada e também uma porção
G D
E o garçom falou: “Esse é um sujeito bão!”
D A Em
E pagou uma rodada pra toda piãozada
G D
Pediu mais uma dose daquele bem amarga
A Em
E tocou mais um modão que falava de paixão
G D
E o pessoal gritou: “Esse é um sujeito bão!”
D A Em
E voltando para o rancho, chegou bem de mansinho
G D
Foi entrando lá no quarto bem devagarzinho
A Em
Mas a Dona Encrenca escutou um baruião
G D
E gritou na escuridão: “Aqui se não dorme não!”
( D D7 )
D A Em
E correu lá pra cidade, foi no bar das amizades
G D
Levou sua viola e tocou modas de saudade
A Em
Pediu uma gelada e também uma porção
G D
E o garçom falou: “Esse é um sujeito bão!”
D A Em
E pagou uma rodada pra toda piãozada
G D
Pediu mais uma dose daquele bem amarga
A Em
E tocou mais um modão que falava de paixão
G D
E o pessoal gritou: “Esse é um sujeito bão!”
D A Em
E voltando para o rancho, chegou bem de mansinho
G D
Foi entrando lá no quarto bem devagarzinho
A Em
Mas a Dona Encrenca escutou um baruião
G D
E gritou na escuridão: “Aqui se não dorme não!”