Nascido da maldade das pessoas
Hipócritas fingem que são bons
Mas guardam dentro de si
Uma vontade ruim
Isso sou eu
Isso sou eu
Isso sou eu
Mas eu me pergunto
Eu me pergunto
Se sou mesmo eu
Se matam e se odeiam todos os dias
Vocês são suas próprias ruínas
Ainda me chamam de maldição?
Será mesmo que sou o vilão?
É incontavelmente
Quantas pessoas eu transformei
E moldá-las de uma forma
Que eu sempre desejei
Quando eu toco na alma
Vai ter fazer sofrer
Porque eu quero
Quero ver
Você sofrer!
A maldição que tá na palma da minha mão
Vai até você
Vou saciar minha vontade
De querer moldar você
Você não conhece o perigo
Então vai conhecer agora
Não adianta chorar não
Transfiguração
Um poder na minha mão
Dentro da minha expansão
Você tá na ilusão
Com toque da minha mão
Altero sua percepção
Cada alma que eu toco
Se perde na escuridão
Isso sou eu
Isso sou eu
Isso sou eu
Mas eu me pergunto
Eu me pergunto
Se sou mesmo eu
Se matam e se odeiam todos os dias
Vocês são suas próprias ruínas
Ainda me chamam de maldição?
Será mesmo que sou o vilão?