Cabeças que rolam nesse milharal
A própria floresta faz o seu aval
Surge uma figura em meio ao vendaval
Cavalgando em seu cavalo infernal
Seu cheiro é de carne podre
Seu jeito é de um ser ultrajante
Em sua mão porta uma espada e
Na outra uma abóbora flamejante
Ele quer o que é dele
Não importa o que ou quem tem que matar
E poucos sobrevivem
Após ouvir o seu cantarolar