Quem conhece a vida do homem do mato
Plantando e colhendo, caçando um bocado
Chapéu na cabeça, de bota e machado
Enxada, a foice, facão e cerrado
Que trabalha de dia, de tarde também
Da terra esse sim, ele conhece bem
Mais a bela noite está para chegar
Com o violão se põe a cantar
Sou um homem do mato do cabelo espichado
Trabalho duro no meio do mato
Sou matuto chapado e bem conformado
Barriga cheia compensa os calos