G
Desci à casa do oleiro
G
E eis que vi ele fazendo
C Am D
Uma obra com suas próprias mãos
G
E um vaso ele quebrava
G
Um outro ele formava
C Am D
Conforme o bem do seu coração
Bm Em
E então, ouvi o Senhor dizendo assim
Am
Não faço eu do mesmo jeito?
D
És como barro em minhas mãos
G
Como és nas do oleiro
D
Eu te quebro em pedaços
Em
Eu te moldo, eu te refaço
C
Pois o barro em minhas mãos
D G D
Se torna o melhor dos vasos
G
Um vaso moldado por dentro e por fora
Em
Um vaso que é forte e resistente agora
C
É purificado sem nenhum defeito
D
Um vaso firmado, completo e inteiro
G
Um vaso de barro passado pelo fogo
Em
Um vaso provado que vale como ouro
C
Assim é um vaso nas mãos do oleiro
D
Vaso transformado
C D G
Não fica do mesmo jeito
C G
Não fica do mesmo jeito