Brevilínea Odisseia Monumental
A vida é o que acontece
Enquanto a gente se desentende
Passo por ela imponente
Eu inquilino, ela hospedeira
Me observa sutil, detalhista
Usufruí
Me esbaldei quando passava
Desfrutei
Ou ao menos apreciei enquanto pulsava
Atrevo-me às marchas
Caudalosas, repletas dos dilemas
Me vou numa questão de tempos
Não restam pios ou arrependimentos
Só deixo impressões e poemas
Assim seguimos itinerantes
Nesta trilha imprevista
Ela, bailarina
Eu, malabarista