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Coroa da Loucura (Lord of Mysteries)

Universe Songs

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Vinte dois, vinte dois
Beba poção, ouça a voz
Um podor que te torna algoz
Vinte dias portas para a divindade
Vinte dois ecos da insanidade
Uma escolha é feita
Um caminho a tilhar
Mas o preço final
Quem irá pagar?

O primeiro aviso antes de começar
Nós somos guardiões, mas também pobres coitados

Atue!
Para não enlouquecer
O método é a máscara que te impede de morrer
Segure!
A sua humanidade
Ou a poção te afoga na loucura da verdade

Um susurro em sua mente
Um Deus que quer nascer
Perder o controle
É assim que vai morrer

No caminho do vidente, o futuro é uma teia
Você vê a verdade, mas ela te alheia
Um espectador do mundo
Um palhaço a sorrir
Mas o sorriso é falso
Pra dor não emergir
O saqueador rouba o tempo, um parasita a crescer
Procura brechas na alma até te absorver
Um anjo do destino rindo de você
O aprendiz abra portas, o espaço a viajar
Mas o senhor da porta não para de chamar
Três caminhos de blefe, segredo e ilusão
Onde o Louco é o rei da manipulação
O Sol é a puro brilho a queimar
Mas a luz sem controle só serve pra chegar
O tirano é a tempestade, o raio e o trovão
Domínio sobre os mares, mas afoga o coração
A torre branca sabe tudo, onisciente a ditar
O conhecimento absoluto vai te fragmentar
O enforcado se sacrifica, um pastor a guiar
Mas degeneração vem para te salvar
O visionário imagina e o mundo se refez
Ele escreve a realidade com total placidez
Cinco tronos de poder de ordem e autoridade
Mas quem controla a regra se perde da verdade

Atue!
Para não enlouquecer
O método é a máscara que te impede de morrer
Segure!
A sua humanidade
Ou a poção te afoga na loucura da verdade

Um susurro em sua mente
Um Deus que quer nascer
Perder o controle
É assim que vai morrer

O caminho da mãe, a vida cultivar
Mas a prole é distorcida, um horror a se espalhar
O caminho da Lua, o sangue a beber
A beleza da noite, te faz apodrecer
O caminho da terra, a colheita em sua mão
A fartura que gera pura corrupção
A natureza é um ciclo de vida e de dor
Onde a bênção da deusa se torna pavor

Sacerdote vermelho é a chama da guerra
Provoca o conflito a conspiração que aterra
O caminho da escuridão, o sono e o segredo
A meia-noite eterna te guarda do medo
Mas o véu que protege também é prisão
O acorrentado deseja luxúria e agonia
A dor é o seu prazer, a sua heresia
O instinto primitivo que te desvia
O abismo é a queda, a depravação total
O diabo te oferece o contrato final
A demonia é o prazer, a beleza que te traí
O instinto que te caça e da qual você não sai
O criminoso é a desordem, a fria anarquia
Quebram as correntes da sua biologia
A roda da fortuna gira, o destino é um jogador
Um réptil do acaso, seu manipulador
O monstro é o paradoxo, o tempo a rebobinar
Mas cada vida nova te faz desintegrar
Eles não atuam, eles abraçam a queda
O divino se aproxima sussurrando lade fora
O cosmos é o caos que a sua alma devora
O gigante do crepúsculo, a honra e o dever
A ordem do fim do mundo antes de tudo morrer
O caminho da morte, o silêncio sepulcral
O rio da escuridão, o descanso final
Mas lembrar da própria vida é sua maldição
Seja a ordem do fim ou a paz da escuridão
Toda jornada acaba, resta a desolação

Atue!
Para não enlouquecer
O método é a máscara que te impede de morrer
Vinte dois caminhos
(Atue! Atue!)
Vinte e dois destinos
(Segure! Segure!)
Todos lutando contra o mesmo abismo
Lembre-se do seu nome
Lembre-se do seu rosto
Pois no final da sequência
Resta o poder
Ou o seu oposto
Um pobre coitado
Ou um Deus em posto?

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