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Vi o sol nascer na serra, num tom de rara beleza
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Clareando toda a terra enfeitando a natureza.
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Um milhão de borboletas na areia do riacho
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A rolinha apavorada que foge do gavião de penacho.
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O maestro sabiá canta ao vivo e sem cachê
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A velocista beija-flor vem beijar a flor do Ipê
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O arquiteto João de barro, barro faz seu chalé
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O arquiteto João de barro, barro faz seu chalé
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A natureza não erra, morre a flor e nasce o fruto
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Cai a semente na terra, num processo absoluto
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Tudo é feito com amor, sem disputas por vantagens
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Obedece ao criador, como é linda a vida selvagem.
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Obedece ao criador, como é linda a vida selvagem.
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Na colméia as abelhas garantem o monopólio do mel
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A acauã num vôo rasante leva a perigosa cascavel
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Na rodovia de acesso ao imenso formigueiro
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O movimento é intenso mas não precisa sinaleiro
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Deslizando no infinito a linda arara amarela
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Sempre muito precavida sai pra pastar a gazela
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É a garça branca pantaneira a rainha faceira de toda aquarela
A B7 E
É a garça branca pantaneira a rainha faceira de toda aquarela
Refrão