Deixa eu ser quem eu sou
I só
Deixa eu ser quem eu sou, deixa eu ser eu
I só
Deixa eu ser quem eu sou, deixa eu ser eu!
I só
Deixa eu ser quem eu sou, deixa eu ser eu
I só
Deixa eu ser quem eu sou
I só i só
Deixa eu ser quem eu sou
Tudo nosso, Branco Dum de ca de Duck Day vadios
No que posso vou de bar em bar buscar mais um vinho
Firmeza quando o respeito vem de carreta mesmo
Quando os moleque trinca, paz e amor reina no fervo
Tá no corre, as negas dá de cima então demorou
Mais um corre, campare com piscina então
Liberdade: Conqueche pros moleque, muito rap o Morro agradece
Quando não sobe desce, prevalece quem merece vê se Não me esquece
Aí, maluco, não pode desanimar
Quando a favela sorri, a playbozada vai chorar
Só na paz, sem gambe i só
Liberdade, mulher, i só
No Senhor muita fé, i só
Isso é só pra quem quer
I só
Deixa eu ser quem eu sou, deixa eu ser eu
I só
Deixa eu ser quem eu sou, deixa eu ser eu!
I só
Deixa eu ser quem eu sou, deixa eu ser eu
I só
Deixa eu ser quem eu sou
I só i só i só
Deixa eu ser quem eu sou
I só
Deixa eu ser quem eu sou, deixa eu ser eu
I só
Deixa eu ser quem eu sou, deixa eu ser eu!
I só
Deixa eu ser quem eu sou, deixa eu ser eu
I só
Deixa eu ser quem eu sou
I só i só i só
Deixa eu ser quem eu sou
Assim a arte imita os gênio da vida
Um, dois, três na conqueche e forma os vadios
A Expressão dos loucos de QI elevado até a última gota
Vê se torce o gagalho eu vou vencer no game
Um dia, pode crer, futebol, PlayStation até nóis morré
Olha pra frente, doidão, se não pode bater
Segura a mare no certo que o bom é viver
Deixa poder pros zóião e a lealdade pra nós
Logo, logo os zóião tão na estrada sem gás
Pra Deus saúde é o que peço
De luxúria tô apampa, mas se vim uma morena
Eu gosto mais que mais que lasanha
I só
Deixa eu ser quem eu sou, deixa eu ser eu
I só
Deixa eu ser quem eu sou, deixa eu ser eu!
I só
Deixa eu ser quem eu sou, deixa eu ser eu
I só
Deixa eu ser quem eu sou
I só i só i só
Deixa eu ser quem eu sou
I só
Deixa eu ser quem eu sou, deixa eu ser eu
I só
Deixa eu ser quem eu sou, deixa eu ser eu!
I só
Deixa eu ser quem eu sou, deixa eu ser eu
I só
Deixa eu ser quem eu sou
I só i só i só
Deixa eu ser quem eu sou
Pode puxar uma gel pra refrescar tua mente
Na forçado gueto do sustento lamento se não entende
No ouvido zumbido estranho: Qua qua qua de malandro
Na costa de apunhalá por frente te namorando
Telando louco não fala, pedir aval vai dar pala
Pra engatilhar cromada aperto o play que ele fala
Por pedra pó parasita pra ganhar nome na Dita caixa baixa te mata por merla droga maldita
Lombrado louco veiaco com a sombra tá assustado
Rupinado tcagar, escapando por baixo
Prática o mal, vem o mal, por ele será levado
Mas tem guerreiro do bem praticando o bem, praticado
Pode puxar outra gel, dois dedo de barba branca
Um brinde a vida, primeiro que em Porto morto não anda
Paz, justiça, igualdade, liberdade a quem, quis eu uis
Olha, olha malandro, simbora nós ser feliz!
Deixa eu ser quem eu sou, deixa eu ser eu
Deixa eu ser quem eu sou, deixa eu ser eu!