(Yeah)
(Hã)
GL black
Não é hate, é diagnóstico
Cena inflada, ego frágil
Muito hype, pouco talento
Todo mundo é gênio hoje em dia
Mas ninguém sustenta o tempo
Cena inflada, ego frágil
Flow copiado, sentimento raso
Quando o beat para de te empurrar
Quero ver tu fica de pé no palco
Todo mundo fala que é real
Mas vive preso em personagem
Confunde engajamento com respeito
E algoritmo com a verdade
Verso vazio, pose ensaiada
Grife cara, mente atrasada
Muito feat comprado, pouca história
Muito palco, pouca caminhada
Quer falar de rua sem pisar nela
Quer falar de dor sem carregá-la
Eles usam pauta como fantasia
Mas não vivem o que querem cantar
Shh
Observa quem some quando o som para
(Yeah)
Cena inflada, ego frágil
Muito hype, pouco talento
Todo mundo é gênio hoje em dia
Mas ninguém sustenta o tempo
Cena inflada, ego frágil
Flow copiado, sentimento raso
Quando o beat para de te empurrar
Quero ver tu fica de pé no palco
Hoje opinião virou produto
Falsa indignação no visual
Nego grita muito sobre tudo
Mas some quando é pessoal
Cancelamento seletivo
Moral flexível, conveniência
Aponta o dedo pro erro alheio, yeah
Mas passa pano pra própria incoerência
Trap virou fórmula repetida
Mesmo flow, mesma gíria
Troca alma por playlist
Depois pergunta por que não fica
(Uhn uhn)
(Cena fraca)
(G, l black)
Eu não vim pra ser aceito
Eu vim pra ser necessário
Minha caneta não pede desculpa
Ela relata o cenário
Não faço som pra agradar a mesa
Faço pra atravessar cabeça
Quem vive disso sente o peso
Quem finge some na primeira queda
Cena inflada, ego frágil
Hoje eu falo o que ninguém fala
Se minha verdade machuca vocês
É porque serviram minhas balas
Cena inflada, ego frágil
Pouca arte, muita fala
E quando essa moda trocar de roupa
Quero ver quem fica e quem rala
(Yeah)
GL Black
Isso não é ataque
É filtro