Devagar ela vem, deslizando na tela do seu celular
Devagar ela vem, a vice-miss sem nome de qualquer lugar
Cantando as coisas da noite, os lençóis e lições
Só jogue as mãos ao ar
E deixe a sorte lhe deixar
Por quê? Seu meio justifica o fim
Você! Se amarra em música ruim
Por que? Seu ego implora por perdão
Você! Confunde amor com gratidão
Por quê? São Paulo ninguém é ninguém
Você! Dos compromissos é refém
Por que? Se entrega a quem lhe dá a mão
Você! Princesa da solidão
Devagar ela vem, negociando os termos pra se entregar
Devagar ela vem, a vice-miss sem nome de qualquer lugar
Contou vantagem pra noiva do seu irmão
Jogue as mãos ao ar
E deixe a sorte lhe deixar
Por quê? Seu meio justifica o fim
Você! Se amarra em música ruim
Por que? Seu ego implora por perdão
Você! Confunde amor com gratidão
Por quê? São Paulo ninguém é ninguém
Você! Dos compromissos é refém
Por que? Se entrega a quem lhe dá a mão
Você! Princesa da solidão
E ela conta os vestidos e casos
E ela dança pedindo um cigarro
E ela olha pedindo abraço
E ela manda o destino ao caralho!
Por quê? Seu meio justifica o fim
Você! Se amarra em música ruim
Por que? Seu ego implora por perdão
Você! Confunde amor com gratidão