[Intro] G7 C D G
G D
Pra onde olhava o vigil Num baio berro de touro
C G
Talvez buscava o tesouro Que acenava no alambrado
G7 C
Vigil um elo sagrado Entre o que foi e o que resta
D G
Vincha da tribo na testa Sombreiro negro tapeado
G D
O corpo um gato ligeiro Com manhas de carreirista
C G
Do domador ao artista A elegância gineteando
Am Em
Pra onde estavas mirando Sidney dos olhos d’água
D G
Talvez pra tropilha amarga Do tempo que vai passando
G7 C D G
Talvez pra tropilha amarga Do tempo que vai passando
C D7
Solta no más companheiro Que a mão do relho equilibra
Am Em
E sabe o peso da libra Que dá valor ao laçasso
C D G D G
Vigil um elo do abraço Entre o que foi e o que é
G7 C D7 G
Um filho bom de bagé Força na perna e no braço
G7 C D7 G
Um filho bom de bagé Força na perna e no braço
G D
O corpo unha de gato E a manha yaguaretê
C G
Feição que teima em viver Na elegância gineteando
Am Em
Pra onde estavas mirando Sidney do tempo exato
G D G
Corpo de gato do mato No tempo que vai passando
G7 C D7 G
Corpo de gato do mato No tempo que vai passando
C D7
Solta no más companheiro Que a mão do relho equilibra
Am Em
E sabe o peso da libra Que dá valor ao laçasso
C D G D G
Vigil um elo do abraço Entre o que foi e o que é
G7 C D7 G
Um filho bom de bagé Força na perna e no braço
G7 C D7 G
Um filho bom de bagé Força na perna e no braço
E agora és tu palanqueado No tempo corpo da idade
Vigil irmão da saudade De ginetear, sim senhor
Aprendeu por domador A ter o corpo leviano
Vigil um elo pampeano De quem é eternidade
Existência da saudade Força no braço e na perna
História viva e eterna Do gaucho em liberdade
C D7
Solta no más companheiro Que a mão do relho equilibra
Am Em
E sabe o peso da libra Que dá valor ao laçasso
C D G D G
Vigil um elo do abraço Entre o que foi e o que é
G7 C D7 G
Um filho bom de bagé Força na perna e no braço
G7 C D7 G
Um filho bom de bagé Força na perna e no braço