Acordei galada de tanto prazer
Sonhei com uma pomba que me fez gemer
Entrando e saindo bem devagarzinho
E eu em silêncio, sem poder gemer
O negão me acunhando, querendo meter
Rasgou minha calcinha e botou no furico, ai ai
Colocou sem cuspe, mas que nego mau
A dor foi tão grande, suei, passei mal
Sua pomba era enorme como a de um jumento
E eu empalada, sem poder gemer
Quase a correr louca, com o cu a arder
Só eu sei a dor que sentia por dentro, ai ai
É sempre assim, doutor!
Quero dar é o priquito
Mas não tem jeito não
Ele bota no furico
Mas eu sinto ele gozar
E ainda me obriga a chupar
Aquelas bolas cabeludas
Não suporto essa tortura
Mas não é tão ruim notar
Ele tirar e botar
E, seja como for
Se me pedir, eu dou
Dormir à noite eu não aguento
Porque eu sei que eu vou tomar no cu do mesmo jeito!
Tomar, ah, ah
Vou tomar no cu do mesmo jeito