Das profundezas
Você pode ouvir o que clama?
A voz dos que nunca se lembram
Aos montes criados que falharão
Sem coração, oh Máscara
Banhada em sombra
Quantas mil de ti, quantas eu vi?
Pálida e sem alma
Se tudo conspira contra ti
Abale o mundo ao seu redor
Não tema, não pereça
Quando o abismo por ti clamar
Erga e se permita sonhar
Erga o seu ferrão
Mostre a determinação
De um ser tão frio, tão vazio
Não tema, não pereça
Quando o abismo por ti clamar
Erga e se permita sonhar
Leve, leve, a chuva leva embora
As lágrimas da cidade esquecida por Deus
Ó fera, feres tudo quanto
Sempre desejara e agora
Torne se barganha e canto
Ao pálido pequeno Deus
Só pra ver esse céu fantasma
Tomado pelo miasma
E a terra afogada em sua raiva
Radiante, seja o vosso Devaneio
Em sua glória ofuscante
Ferida pelo próprio anseio
Mas aquele que tem olhos, veja
Se levantar ante a terra, veja
Como um raio de esperança
Erguendo-se como lembrança
Ó filha da luz
Que sombras venceste
Nunca esqueceste, tu que
Guarda frente ao destino!
Carregando o fardo de um reino caído
Que teu fio não se parta e não tema perigos
Hallownest ecoa, teu nome seja ouvido
Na beira do mundo o vento
Canta como o aço que reflete
Cada passo, nunca em falso
Te trouxe pro último teste
Cada vez que levantar
Seu ferrão há de lutar
Já que a ti mesmo
Você deve provar
Pequenino fantasma, ouça o reino clamar
Tantos de ti, quantos eu vi?
Quantos eu, quantos eu vi?
Mas nenhum deles era tão vazio!
Tão frio
Se tudo conspira contra ti
Abale o mundo ao seu redor
Não tema, não pereça
Quando o abismo por ti clamar
Erga e se permita sonhar
Erga o seu ferrão
Mostre a determinação
De um ser tão frio, tão vazio
Não tema, não pereça
Quando o abismo por ti clamar
Erga e se permita sonhar
Se tudo conspira contra ti
Abale o mundo ao seu redor
Não tema, não pereça
Quando o abismo por ti clamar
Erga
(Descanse, caro cavalheiro)