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Ano da Alma

Danielle de Aguiar

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Que fazer quando não se sente nada?
Vazio que constrange, ausência que retrata
Um presente fantasma, sem cor ou calor
Eco de um passado transbordado de dor

Depois de sentir o mundo em torrentes
Tudo que resta são lentes turvas, mentes
Que só desejam parar de sobreviver
E algo além do existir poder conter

Ano da alma
Derreto em silêncio, uma calma fria
A paz não chega, é uma fuga vadia
Corpo adormecido, pulsos sem compasso
Tudo é névoa, tudo é cansaço
E nessa hora de desamparo e espanto
Busco uma cura que não encontro tanto

Que fazer quando o giro é lento, pesado?
Quando o esperado se torna um não-sabido lado?
A situação estala, fissura, racha
É passageira ou é mancha que não desmancha?

Depois de sentir o mundo em torrentes
Tudo que resta são lentes turvas, mentes
Que só desejam parar de sobreviver
E algo além do existir poder conter

Ano da alma
Derreto em silêncio, uma calma fria
A paz não chega, é uma fuga vadia
Corpo adormecido, pulsos sem compasso
Tudo é névoa, tudo é cansaço
E nessa hora de desamparo e espanto
Busco uma cura que não encontro tanto

E tento amadurecer nesse deserto
Aceitar que sozinho estou ferido, certo?
Preciso de outras mãos, outros olhares
Reconstruir-me com humanos lares
Não é fraqueza pedir um amparo
É a semente mais forte do meu reparo

Ano da alma (mas vou atravessar)
Derreto, mas me reúno para me encontrar
A paz não chega, então eu vou buscá-la
Corpo adormece, mas a vontade se estrala
Tudo é névoa, mas eu soprarei o vento
Tudo é cansaço, mas me ergo no momento
E nessa hora, aceito o desamparo
E encontro na fragilidade o meu reparo

E se tudo gira devagar
Aprendo a dançar nesse lugar
E se é momentâneo ou durar
Eu sei que vou me reencontrar
O vazio também é lugar
E dele vou brotar

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