Passos leves no corredor da escuridão
Ecos frios rondam minha direção
Olhos presos no que eu faço ou não
Fios se juntam, tecendo a intenção
E quando sinto o peso desse olhar
Vejo sombras tentando me alcançar
Eles seguem, seguem, seguem o meu caminhar
Querem tudo, tudo, sem jamais criar
A inveja chama, puxa, tenta me arrastar
Mas da Forja do Caos, não podem se apossar
Vozes baixas deslizando pelo chão
Risos falsos sem qualquer razão
Mãos vazias clamando aprovação
Vidas presas à própria frustração
E quanto mais procuram o meu lugar
Mais se perdem no que não podem moldar
Eles seguem, seguem, seguem o meu caminhar
Querem tudo, tudo, sem jamais criar
A inveja chama, puxa, tenta me arrastar
Mas da Forja do Caos, não podem se apossar
Rastejam, comparam, colecionam seu rancor
Desejam, invejam, mas não sentem o calor
Das chamas da forja que moldaram meu valor
Eles seguem, seguem, mas o fio se rompe ao tentar
Pois o fogo, o fogo, ninguém pode imitar
A inveja grita, falha, tenta me sufocar
Mas da Forja do Caos, só eu posso forjar