[Intro] G C G C G C G C
C G
Prum índio que tem tutano, a vida não faz armadas
C
É ritual nas madrugadas encarar os desafios
G
Algum bochincho estradeiro terminar a ferro e braço
C
Ou arrebentar a mangaço algum pelunco bravio
G
Algum bochincho estradeiro terminar a ferro e braço
C
Ou arrebentar a mangaço algum pelunco bravio
[Estribillo]
G C
Ferro na brasa, segura firme, vivente
G C
Que o bicho de marca quente não dá pra facilitar
G C
Faca nos bagos e a salmoura picando
G C
São coisas que no Rio Grande se aprende desde piá
[Intro] G C G C G C G C
C G
Num tiro boleadeira ou num pealo de cucharra
C
Se embrulhando nas amarras num tombo espetacular
G
É coisa que eu acho lindo, ver o louco se pranchando
C
Quando a poeira vai baixando, salto em cima pra manear
G
É coisa que eu acho lindo, ver o louco se pranchando
C
Quando a poeira vai baixando, salto em cima pra manear
[Estribillo]
G C
Ferro na brasa, segura firme, vivente
G C
Que o bicho de marca quente não dá pra facilitar
G C
Faca nos bagos e a salmoura picando
G C
São coisas que no Rio Grande se aprende desde piá
[Solo Final] G C G C