Quero um trabalho sincero
Uma casa afastada
E uma formosa dama
Violão, caneta e caderno
Aquela bicharada
E encontrá-la na cama
Deixar o café bufar
O ócio criar e o jardim florescer
Teus cabelos regar
Nosso amor amar
E bem simples viver
Visitar o mar
Banhar na lua
Em ti navegar
Te devorar crua
Ver o brilho do teu rosto
Brindar a mais linda poesia
E a beleza do teu riso
Inspirar uma doce melodia
Vamos correr sem pressa
Pra eu te mostrar as maravilhas do caminho
Vem, mas vem sem essa
De se esconder na escuridão sozinha