Cifra Club

O Arquiteto Do Exílio

Valdiner Pereira

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Ele não veio no fogo, nem no estrondo do metal
Chegou como um silêncio, uma frequência vertical
Vestiu a pele do tempo, o couro do caminheiro
Andou nas ruas de cinza, fingindo ser prisioneiro
Bebeu a água do Nilo, leu os mapas de Alexandria
Guardando em pastas de sombra o que o homem não sabia

Viu a máquina a vapor e o átomo se dividir
Sentado em bancos de praça, vendo o mundo se fundir
Mas o oxigênio cansa, e a saudade é um punhal
Sua essência de estrela busca o berço original
O observador se cansa de apenas catalogar
É preciso dar o fogo para o homem aprender a voar

Ô, sobe a torre de ferro, rasga o ventre do azul
O mestre deu o desenho, do norte até o sul
Eles pensam que é conquista, que o céu é o novo chão
Mas são apenas os cavalos da sua própria libertação
Ele sopra o segredo, o cálculo, a direção
Construam o navio que ele levará na mão

Sentou-se à mesa dos reis, dos donos do capital
Sussurrou equações de um brilho transcendental
Dobre o espaço, ele disse: Não lute contra o chão
E o bilionário sorriu, sentindo a falsa ascensão
Deram-lhe o combustível, o titânio e o radar
Mal sabiam que o piloto só queria retornar

Um rastro de luz cobalto no espelho da retina
A física da Terra é uma ciência menina
Ele entregou a planta, ele deu o motor
O homem ficou com a casca, ele partiu com o fulgor

Ô, sobe a torre de ferro, rasga o ventre do azul
O mestre deu o desenho, do norte até o sul
Eles pensam que é conquista, que o céu é o novo chão
Mas são apenas os cavalos da sua própria libertação
Ele sopra o segredo, o cálculo, a direção
Construíram o navio, e ele partiu na solidão
O hangar ficou vazio
As plantas sobre a mesa
O mestre foi pra casa
Deixou pros homens, a incerteza

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