C
A linha em espiral da minha alma
F
Que vai e volta
D G
Nunca se foi, Nunca irá
C
Já a linha vertical das minhas veias
F
Que aperta e solta
D G
Sempre se foi, Sempre será
C
Não que eu queira viver sem ela
F
Apenas quero me ver livre dela
D
Ela destrói a minha bela tela
G
E me trancafeia em uma cela
C
Qual é a graça de uma linha reta
F
Quando eu posso me enrolar de graça?
D
Às vezes só brincar de pula cela
G
Após me ver em uma completa escassa
C
A linha em espiral da minha mente
F
Que nunca mente
D G
Sempre tá aqui, me vê chorar
C
Já a linha vertical do meu destino
F
Nada divino
D G
Ainda aqui, não voltará
C
Não que eu queira viver sem ela
F
Apenas quero me ver livre dela
D
Ela destrói a minha bela tela
G
E me trancafeia em uma cela
C
Qual é a graça de uma linha reta
F
Quando eu posso me enrolar de graça?
D
Sair correndo atrás da Cinderela
G
E não morrer de ansiedade em massa