Traços de América do sul
Tela branca, quadro, fundo azul
Vejo o som mudar o som
O som mudar o homem
Que foge da nova era
Sente o peso da atmosfera
Mas no final
Eu só queria saber por que às vezes tudo que se cria
É porcaria, é porcaria
Nunca que você vai encontrar dentro do armário
Algo lendário, é tudo vestuário
Sabe aquela luz que a gente vê de madrugada?
É quase nada, mas satisfaz a alma
É quase como se esconder no meio da cachorrada
Tô quite com o povo, mesmo que perdendo o jogo
Tá valendo pouco
Agora é esperar sumir
Como você chegou aí
Meu bem me salve
De quem faz você
Caminhar no mesmo chão
Comer sempre do mesmo pão
Mas no final
Eu só queria saber porque às vezes tudo que se cria
É porcaria, é porcaria
Nunca que você vai encontrar dentro do armário
Algo lendário, é tudo vestuário
Sabe aquela luz que a gente vê de madrugada?
É quase nada, é quase nada
É quase como se esconder no meio da cachorrada
Tô quite com o povo, mesmo que perdendo o jogo
Tá valendo o posto